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Os primos!!!

por antipulhítico, em 29.11.16

A não perder!!!!

 

Origens com ADN!!!

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O melhor da vida ...

por antipulhítico, em 29.11.16

Uma jovem foi conversar com sua avó, e contou sobre o quanto as coisas estavam difíceis na sua vida. Ela não sabia o que ia fazer e queria desistir. Estava cansada de lutar. Parecia que assim que um problema estava resolvido, um outro surgia. Sua avó levou-a para a cozinha. Encheu três panelas com água e colocou-as no fogão. Assim que a água começou a ferver, colocou em uma das panelas cenouras, em outra colocou ovos, e na última colocou café, sem dizer uma palavra.

 

Cerca de vinte minutos depois, desligou o fogão, colocou as cenouras em uma tigela e os ovos em outra. Então pegou o café e derramou o líquido em uma terceira tigela. Virando-se para a neta, ela disse: "Diga-me o que você vê."

"Cenouras, ovos e café," ela respondeu.

Sua avó trouxe as tigelas para mais perto e pediu que a neta experimentasse as cenouras. Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias. A avó então pediu que ela pegasse um ovo e o quebrasse. Depois de retirar a casca, ela observou o ovo cozido. Finalmente, pediu que a neta saboreasse o café. A neta sorriu ao provar seu aroma delicioso, e perguntou: "O que significa isso, vovó?"

Sua avó explicou que cada um deles havia enfrentado a mesma adversidade: água fervente. E cada um reagiu de forma diferente. A cenoura era forte, firme e inflexível. No entanto, após ter sido submetida à água fervente, amoleceu e se tornou frágil. Os ovos eram frágeis - sua casca fina protegia o líquido no interior, mas depois de colocados na água fervendo, seu interior se tornou mais rijo. No entanto, o pó de café foi o único que, depois de colocado na água, mudou a água.

"Qual deles é você?", perguntou a avó. "Quando a adversidade bate à sua porta, como você responde? Você é uma cenoura, um ovo ou o café?

Pense nisso: Quem sou eu? Sou como a cenoura que parece forte, mas murcho com a dor e a adversidade? Fico frágil e perco a força?

Será que sou o ovo, que começa com um interior maleável, mas muda com o calor? Será que eu tenho um espírito maleável, mas depois de uma morte, uma separação, uma dificuldade financeira ou algum outro julgamento, eu me torno mais difícil e dura? Será que minha casca parece a mesma por fora, mas no interior estou mais amarga, com o espírito e coração endurecidos?

Ou eu sou como o pó de café, que muda a água quente - a própria circunstância que traz a dor? Quando a água fica quente, ele libera a fragrância e o sabor. Se você é como o café, quando as coisas estão no seu pior, você melhora e muda a situação em torno de você. Quando o momento é de escuridão e os obstáculos são mais difíceis, você se eleva a um outro nível?"

E você? Como lida com a adversidade? Você é uma cenoura, um ovo ou o café?

Espero que você tenha felicidade suficiente para lhe trazer a doçura, obstáculos o suficiente para lhe trazer a força, tristeza o suficiente para mantê-lo humano, e esperança suficiente para fazer você feliz.

As pessoas mais felizes não têm necessariamente o melhor de tudo - elas simplesmente aproveitam ao máximo tudo o que vem em seu caminho. Que todos nós possamos ser como o café!

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Texto de Bruno Nogueira

por antipulhítico, em 09.11.16

Texto de Bruno Nogueira incendeia as redes sociais…

Vê o texto e faz uma reflexão!

 

 “Um nojo que cresce, e a vida como se nada fosse. Uma bola no estômago em forma de raiva, e vergonha, e tudo. Ricardo Salgado vê a sua caução ser reduzida para metade pelo Tribunal Central de Instrução Criminal. Dos antes 3 milhões, terá que pagar apenas um milhão e meio para limpar a sua vida que não tem por onde ficar mais suja. Na mesma semana, como nos filmes maus, fica a saber que a sua reforma vai triplicar para um valor de 90.000€. Isto num país que tem de encontrar moedas entre as almofadas do sofá para pagar o dia de amanhã”, escreveu o humorista na sua página de Facebook.

 

 

“E a vida segue, e o sol nasce, e nada acontece. A impunidade a qualquer preço num país que não merece ser pontapeado desta maneira. A mer** que passa e acena a quem fica. O nojo que cresce. Mer** por todo o lado, e mais mer**. Merecíamos melhor. Merecíamos que a corrupção fosse punida por quem tem a responsabilidade jurídica e moral para o fazer. O país a ser defendido por nada. O que nos protege é um antibiótico que mata. Vítimas do BES com vidas destruídas por alguém que agora sai premiado. Mereciam melhor. É um país ao contrário, que já perdeu os sapatos, calça meias de cores diferentes e nada acontece. Amanhã tudo segue como ontem. Nada acontece a quem compra a liberdade nas traseiras de tudo. Assim é difícil acordar todos os dias. Assim é difícil não querer chamas e fogo e gritos. Feitas as contas, assim é difícil encontrar Portugal”, sublinha Bruno Nogueira.

Fonte: Jornal I

Este texto merece e deve ser partilhado por toda a gente… o futuro deste país está comprometido pela indiferença de todos nós! Faz a tua a partilha a pensar nos teus pais, filhos, avós e permite que mais pessoas possam refletir e se sentirem enojados com o que se está a passar no nosso país!

  


“CONVÉM QUE O POVO NÃO PERCEBA O SISTEMA BANCÁRIO E MONETÁRIO, POIS SE PERCEBESSE ACREDITO QUE HAVERIA UMA REVOLUÇÃO ANTES DE AMANHÃ DE MANHÃ.”

HENRY FORD      1922 

 

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Recolha de bens alimentares...

por antipulhítico, em 08.11.16

Estamos à porta do Natal e aí vem outro peditório para o Banco Alimentar.

 

Mais uma vez vão enriquecer os híper- mercados dos multimilionários, e o governo não tem vergonha de esbulhar o povo benemérito.

Quando é que a Assembléia da República trata de colocar justiça nisto?

 Vergonha!

Em Inglaterra, a cadeia de supermercados Waitrose, oferece uma moeda (uma chapa) a cada cliente que faz compras acima dum determinado valor.
O cliente, à saída, tem, normalmente, três caixas, cada uma em nome duma instituição social sediada no município, para receber as referidas moedas, de acordo com a opção do cliente. Periodicamente, são contadas as moedas de cada caixa e a empresa entrega em dinheiro, à respectiva instituição, o valor correspondente, donativo esse que, diminui os seus lucros mas, também, tem o devido tratamento em termos de fiscalidade.

Em Portugal, as campanhas de solidariedade custam ao doador uma parte para a instituição, outra parte para o Estado e mais uma boa parte para a empresa que está a “operacionalizar” (?!...) a acção. Um país de espertos... até na ajuda aos mais necessitados. Mas nós ficamos quietos e calados, ou então, estupidificamos porque queremos...
Muito triste, muito triste, mas é bom saber... 

Programa de luta contra a fome. Nada é o que parece.

Ora veja:
Decorreu num destes fins de semana  mais uma acção, louvável, do programa da luta contra a fome mas,.... façam o vosso juízo!
A recolha em hipermercados, segundo os telejornais, foi cerca de 2.644 toneladas! Ou seja 2.644.000 Kilos.
Se cada pessoa adquiriu no hipermercado 1 produto para doar e se esse produto custou, digamos, 0.50 € (cinquenta cêntimos), repare que:

2.644.000 kg x 0,50 € dá 1.322.000,00 € (1 milhão, trezentos e vinte e dois mil euros), total pago nas caixas dos hipermercados.
Quanto ganharam???:

- o Estado: 79.320,00 € (6% iva), mas há produtos que pagam mais...
- o Hipermercado: 396.600,00 € (margem de lucro de cerca de 30%).

Nunca tinha reparado, tal como eu, quem mais engorda com estas campanhas...
Devo dizer que não deixo de louvar a ação da recolha e o meu respeito pelos milhares de voluntários.
MAIS....

É triste, mas é bom saber...
- Porque é que os madeirenses, receberam apenas 2 milhões de euros da solidariedade nacional, quando o que foi doado eram 2 milhões e 880 mil?
Querem saber para onde foi esta "pequena" parcela de 880.000,00 € ?? !!!!!!
A campanha a favor das vítimas do temporal na Madeira, através de chamadas telefónicas é um insulto à boa-fé da gente generosa e um assalto à mão armada.
Pelas televisões a promoção reza assim: Preço da chamada 0,60 € + IVA.
São 0,72 € no total.
O que por má-fé não se diz, é que o donativo que deverá chegar (?!!) ao beneficiário madeirense é de apenas 0,50 €.
Assim, oferecemos 0,50 € a quem carece mas cobram-nos 0,72 €, mais 0,22 €, ou seja, 30%.
Quem ficou com esta diferença?
1º - a PT com 0,10 € (17%), isto é, a diferença dos 50 para os 60.
2º - o Estado com 0,12 € (20%), referente ao IVA sobre 0,60 €.
Numa campanha de solidariedade, a aplicação deu uma margem de lucro pela PT e da incidência do IVA pelo Estado, são o retrato da baixa moral a que tudo isto chegou.
A RTP anunciou, com imensa satisfação, que o montante doado atingiu os 2.000.000,00 €.
Esqueceu-se de dizer que os generosos pagaram mais 44%, ou seja, mais 880.000,00 €, divididos entre a PT (400.000,00 €, para a ajuda dos salários dos administradores) e o Estado (480.000,00 €, para auxílio do reequilíbrio das contas públicas e aos trafulhas, que por lá andam).
A PT, cobra comissão de 17%, num acto de solidariedade!!!
O Estado, faz incidir IVA, sobre um produto da mais pura generosidade!!!
ISTO É UMA TOTAL FALTA DE VERGONHA, SOB A CAPA DA SOLIDARIEDADE. É BOM QUE O POVO SAIBA, QUE ATÉ NA CONFIANÇA SOMOS ROUBADOS.
ISTO É UM TRISTE ESBULHO, À BOLSA E AO ESPÍRITO DE SOLIDARIEDADE DO POVO PORTUGUÊS!!!
Pelo menos. DENUNCIE!

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Einstein!!!

por antipulhítico, em 08.11.16

Prémio Nobel de Física em 1921, gozava de uma rapidez mental própria
de um humorista genial.

1. Um jornalista perguntou a Einstein:
- "O senhor poderia explicar-me a Lei da Relatividade?"
E Einstein respondeu-lhe:
- "O senhor pode explicar-me como se frita um ovo?"
O jornalista o olhou intrigado e respondeu:
- "Claro que sim, posso."
Ao que Einstein replicou:
- "Bem, então faça-o, mas imaginando que eu não saiba o que é um ovo,
nem uma frigideira, nem o óleo, nem o fogo"..

2. Durante o nazismo, Einstein, por ser judeu, teve que suportar uma
guerra contra si a fim de desprestigiar suas investigações.
Uma dessas tentativas deu-se quando reuniram as opiniões de 100
cientistas, que contradiziam as de Einstein, editadas num livro
chamado "Cem autores contradizem Einstein".
A isto Einstein respondeu:
- "Porquê cem? Se eu estivesse errado, bastaria um.

3. Numa conferência que Einstein fez num Colégio em França, o escritor
francês Paul Valery perguntou-lhe:
- "Professor Einstein, quando tem uma ideia original, o que faz? Anota
num caderno ou numa folha solta?"
Ao que Einstein respondeu:
- "Quando tenho uma ideia original, não a esqueço."

4. Einstein teve três nacionalidades: alemã, suíça e norte-americana.
No final da sua vida, um jornalista perguntou-lhe que possíveis
repercussões, essas mudanças tiveram sobre sua fama.
Einstein respondeu:
- "Se as minhas teorias se tivessem tornado falsas, os americanos
diriam que eu era um físico suíço, os suíços que eu era um cientista
alemão, e os alemães que eu era um astrónomo judeu".

5. Conta-se que numa reunião social, Einstein encontrou-se com o ator
Charles Chaplin. No curso da conversa, Einstein disse a Chaplin:
- "O que sempre admirei em si é que sua arte é universal, todo mundo o
compreende e o admira".
Ao que Chaplin respondeu:
- "A sua é muito mais digna de respeito: todo mundo o admira e
praticamente ninguém o compreende".

6. E por último, uma das brincadeiras favoritas, que Einstein contava
em reuniões com políticos e cientistas.
Conta-se que, nos anos vinte, quando Albert Einstein começava a ser
conhecido pela sua Teoria da Relatividade, era com frequência
solicitado pelas Universidades a dar conferências. Como não gostava de
dirigir, mas o automóvel era muito mais cómodo para as suas
deslocações, contratou os serviços de um motorista. Depois de várias
viagens, Einstein comentou com o motorista, como era aborrecido
repetir a mesma coisa tantas as vezes.
- "Se quiser - disse-lhe o motorista - posso substituí-lo por uma
noite. Ouvi a sua conferência tantas vezes que a posso recitar,
palavra por palavra."
Einstein concordou e, antes de chegar ao lugar seguinte, trocaram de
roupas e Einstein conduziu.
Chegaram à sala onde se ia celebrar a conferência e, como nenhum dos
académicos presentes conhecia Einstein, não se descobriu a farsa.
O motorista expôs a conferência, que havia ouvido tantas vezes Einstein repetir.
No final, um professor na audiência fez-lhe uma pergunta. O motorista
não tinha nem ideia de qual poderia ser a resposta, mas teve uma
fagulha de inspiração e respondeu-lhe:
- "A pergunta que o senhor me faz é tão simples, que deixarei que a
pessoa que está ao fundo da sala a responda...que é o meu motorista."

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Eça de Queirós

por antipulhítico, em 04.11.16

1872 Portugal e a Grécia 2011 !!! … 139 anos depois … !!!

Eça de Queirós escreveu em 1872: "Nós estamos num estado comparável apenas à Grécia: a mesma pobreza, a mesma indignidade política, a mesma trapalhada económica, a mesmo baixeza de carácter, a mesma decadência de espírito. Nos livros estrangeiros, nas revistas quando se fala num país caótico e que pela sua decadência progressiva, poderá vir a ser riscado do mapa da Europa, citam-se em paralelo, a Grécia e Portugal" (in As Farpas)

 

 

“Em Portugal não há ciência de governar nem há ciência de organizar oposição”.

Falta igualmente a aptidão, e o engenho, e o bom senso, e a moralidade, nestes dois factos que constituem o movimento político das nações.

A ciência de governar é neste país uma habilidade, uma rotina de acaso, diversamente influenciada pela paixão, pela inveja, pela intriga, pela vaidade, pela frivolidade e pelo interesse.

A política é uma arma, em todos os pontos revolta pelas vontades contraditórias; ali dominam as más paixões; ali luta-se pela avidez do ganho ou pelo gozo da vaidade; ali há a postergação dos princípios e o desprezo dos sentimentos; ali há a abdicação de tudo o que o homem tem na alma de nobre, de generoso, de grande, de racional e de justo; em volta daquela arena enxameiam os aventureiros inteligentes, os grandes vaidosos, os especuladores ásperos; há a tristeza e a miséria; dentro há a corrupção, o patrono, o privilégio. A refrega é dura; combate-se, atraiçoa-se, brada-se, foge-se, destrói-se, corrompe-se. Todos os desperdícios, todas as violências, todas as indignidades se entrechocam ali com dor e com raiva.

À escalada sobem todos os homens inteligentes, nervosos, ambiciosos (...) todos querem penetrar na arena, ambiciosos dos espectáculos cortesãos, ávidos de consideração e de dinheiro, insaciáveis dos gozos da vaidade.”

Eça de Queiroz, in 'Distrito de Évora” (1867)

 

Política de acaso, política de compadrio, política de expediente

"Ordinariamente todos os ministros são inteligentes, escrevem bem discursam com cortesia e pura dicção, vão a faustosas inaugurações e são excelentes convivas. Porém, são nulos a resolver crises. Não têm a austeridade nem a concepção, nem o instinto político, nem a experiência que faz o ESTADISTA. É assim que há muito tempo em Portugal são regidos os destinos políticos. Política do acaso, política do compadrio, política do expediente. País governado ao acaso, governado por vaidades e interesses, por especulação e corrupção, por privilégio e influência da camarilha, será possível conservar a sua independência?"

Eça de Queiroz, in 'Distrito de Évora” (1867)

 

 

Portugal e a crise

“Que fazer? Que esperar? Portugal tem atravessado crises igualmente más: - mas nelas nunca nos faltaram nem homens de valor e carácter, nem dinheiro ou crédito. Hoje crédito não temos, dinheiro também não - pelo menos o Estado não tem: - e homens não os há, ou os raros que há são postos na sombra pela política. De sorte que esta crise me parece a pior - e sem cura.”

Eça de Queirós, in “Correspondência” (1891)

 

 

“ … somos um povo sem poderes iniciadores, bons para ser tutelados … “

“Diz-se geralmente que, em Portugal, o público tem ideia de que o Governo deve fazer tudo, pensar em tudo, iniciar tudo: tira-se daqui a conclusão que somos um povo sem poderes iniciadores, bons para ser tutelados, indignos de uma larga liberdade, e inaptos para a independência. A nossa pobreza relativa é atribuída a este hábito político e social de depender para tudo do Governo, e de volver constantemente as mãos e os olhos para ele como para uma Providência sempre presente.”

In “Citações e Pensamentos” de Eça de Queirós».

Povoa de Varzim - 25 de Novembro de 1845 Paris - 16 de Agosto de 1900

 

"Os politicos e as fraldas devem ser mudados frequentemente e pela mesma razão"

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O avô, o neto e … a internet!

por antipulhítico, em 08.10.16



Cruel, mas muito possível nos dias de hoje.
 

O avô finalmente comprou um computador e até se desenvencilha bem, em especial com os e-mail!

E eis que recebe um e-mail de André, o seu neto de quinze anos, que diz:

«Bom dia, avô, como vais? É muito fixe agora nós podermos trocar e-mail... Assim não preciso de ir a tua casa para saber notícias tuas! Olha avô, para a minha semanada, tu sabes, tu agora podes  fazer a transferência para esta minha conta-jovem: PT50 0123 4567 8901 2345 678 90. Fácil, não é, avô? Teu neto André que te adora».

E o avô responde:
«Querido André, está tudo bem. Eu comprei um velho scanner a um amigo. Assim, eu vou digitalizar uma nota de 20€ envio-ta por e-mail e quando tu tiveres um pouco de tempo, tu podes vir a minha casa buscar o original».

Assinado: "Teu avô virtual".

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Quem avisa...teu amigo é!!!

por antipulhítico, em 08.09.16

A semana passada deixei de comer chouriços. E presunto. E fiambre. E mortadela!!! Esta semana deixei de comer queijo. “Afecta a mesma molécula das drogas duras”, dizia um estudo. Eu não quero ter nada a ver com isso, gosto muito de queijo, mas não quero ter nada a ver com drogas, muito menos ser visto como um agarrado ao queijo. Acabou-se com o queijo cá em casa. Também já tinha acabado com o pão, por isso…

 

O mês passado deixei de beber vinho branco. Um estudo dizia que fazia mal a não sei quê. Se calhar era cancro também. Passei a beber só tinto que dizia um estudo ser ideal para uma série de coisas. Esta semana voltei a beber branco porque entretanto saiu um estudo a dizer que afinal o branco até tem propriedades que fazem bem e muito tinto é que não. Comecei a reduzir no tinto mas, também, acho que compreendem, não quero morrer assim de qualquer maneira.

 

Cortei nas azeitonas também porque um estudo dizia que têm demasiada gordura, são muito insaturadas, ou lá o que é, mas não parece nada bom.

 

Andava praticamente a peixe até perceber que os portugueses comem peixe a mais e são, por isso, prejudiciais ao ambiente. Eu sei que não moro no continente mas como sou português, e ainda contam todos para o estudo, sei lá, os que estão e os que não estão, e como eu não quero ser acusado de inimigo do ambiente, ando a cortar no peixe também. Especialmente no atum que está cheio de chumbo e o bacalhau também porque causa daquele estudo que saiu sobre a quantidade de sal mas, também, acho que compreendem, não quero morrer assim de qualquer maneira.

 


Esta semana saiu um estudo a dizer que afinal o vinho em geral faz mal. Fiquei devastado. Há dois meses foram as couves roxas. Vi até um especialista na televisão dizer que não devíamos comer nada cuja cor seja roxa; “é sinal que não é para comer”, dizia. Arroz também quase não como porque engorda, quanto mais esfregado pior, e saiu um estudo a dizer que implica com uma função qualquer mais ou menos delicada. Não é a reprodutora porque acho que essa é com a soja. Dá hormonas femininas aos homens, e consequentes mamas, o raio da soja (!) e prejudica as funções todas. Não, soja nem pensar!

 

Leite também já há muito que me livrei dele. Foi, salvo erro, desde que saiu um estudo a dizer que o nosso corpo não está preparado para leites. Por isso, leite não. Sumos de frutas também dispenso enquanto não resolverem o problema levantado no estudo que apontava para… não sei muito bem para quê, mas apontava e não era nada excitante mas, também, acho que compreendem, não quero morrer assim de qualquer maneira.

 

Carne vermelha, claro, também não. Ataca o coração, diz o estudo. Galinha nem sonhar porque umas estão cheias de gripe e as outras encharcadas de antibióticos. Além de que carne de galinha a mais, como dizia outro estudo, impacta com o desenvolvimento dental, o que até parecia óbvio mas ninguém percebia, pois as galinhas não desenvolvem dentes. Cortei a galinha há muito tempo. Porco? Só a brincar. É óbvio que não há cá porco. Não chegassem as salsichas e afins ainda veio este outro estudo, ou ainda não leu? Pois então, diz que o excesso de carne de porco pode provocar uma diminuição de massa cinzenta e o aumento dos ciclos atópicos do mastoideu singular. Ninguém quer passar por isso! Você quer? Eu não mas, também, acho que compreende, não quero morrer assim de qualquer maneira. Esqueça-se a carne de porco, pelo amor da santa!

 

Ah!… Já me esquecia do glúten! Glúten, também não. É que nem pensar! Durante muitos anos nem sabia que existia, mas desde que me apercebi da existência de semelhante coisa arredei tudo o que tivesse glúten. Deixa-me pouca escolha mas, também, acho que compreendem, não quero morrer assim de qualquer maneira.

 

Ovos! Claro que também não como ovos. Primeiro porque não sou nenhum ovíparo e depois por causa das quantidades de coisas que aquele estudo que saiu a semana passada dizia. É um rol senhores, um rol e colesterol! Vão ver e admirem-se! Os ovos! Quem diria os ovos… Enfim, é a vida: ovos nem vê-los! Como a manteiga: é só gordura! Desde que acabei com o pão e com o queijo, a manteiga também, por assim dizer, deixou de fazer falta. Ainda a usava para fritar ovos mas agora também não se pode comer ovos… Pois, a manteiga, dizia o estudo, é só gordura animal e animais não devem comer a gordura uns dos outros. Pareceu-me um bom fundamento e acabei com a manteiga.

 


Ia fazer uma salada. Sem muito azeite, claro, porque, compreendem, não quero morrer assim de qualquer maneira, sem sal, naturalmente e vinagre só do orgânico, porque, compreendem, não quero morrer assim de qualquer maneira…

 

É quando recebo um email com o título “Novo Estudo Aconselha a Ingestão Moderada de Saladas e Hortaliças”.

 

Enchi um copo de água, filtrada, naturalmente, de garrafa de vidro e sorvi um golo ávido. Espero que não me faça mal.

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MORANGOS espanhóis

por antipulhítico, em 03.09.16

Quando comprares morangos, verifica sempre a origem.

 

Se forem espanhóis....   cuida-te das consequências na tua saúde e dos teus.

Morangos, nossa saúde, os outros e ambiente...

O que já se sabe há demasiado tempo, sem que ninguém faça nada

 Será que os morangos espanhóis cultivados em estufas são comestíveis?

 A resposta é "NÃO"!

... se o único problema destes morangos produzidos em estufas fosse a falta de sabor, ainda nos poderíamos dar por felizes...

Infelizmente, estes morangos apresentam outros problemas bem mais graves, a começar pelo facto de o seu cultivo cobrir cerca de seis mil hectares, dos quais uma grande parte alastra já ilegalmente pelo parque nacional de Doñana, uma extraordinária reserva de aves migradoras e nidificadoras da Europa - embora o poder regional a isso feche os olhos.

Para que estes morangos cheguem aos mercados europeus, devem ser transportados por camião e percorrer milhares de quilómetros. Cerca de 16.000 camiões fazem os percursos por ano.

A uma média de dez toneladas por veículo, esses morangos valem o seu peso em CO2 e gases nocivos ao ambiente e ao homem.

Mas os perigos desta agricultura não são só estes.

Sabe o leitor como é que estes morangos espanhóis são cultivados?
O morangueiro é uma planta vivaz que produz durante vários anos. Contudo, os morangueiros destinados a esta produção em estufa fora da época são destruídos todos os anos.
Para dar morangos fora de época, as plantas produzidas in vitro são colocadas em frigoríficos no pino do Verão, a fim de simular o Inverno, o que activa a produção.
No Outono, a terra arenosa é limpa e esterilizada, e a microfauna destruída por meio de bromometano (brometo de metilo) e de cloropicrina.
O bromometano é um poderoso veneno proibido pelo protocolo de Montreal sobre os gases nocivos à camada de ozono.
A cloropicrina, composta de cloro e de amoníaco, não é menos perigosa, pois bloqueia os alvéolos pulmonares.
Os morangueiros são cultivados em terreno coberto por plástico preto e a irrigação inclui fertilizantes, pesticidas e fungicidas.
Quanto à água de irrigação, provém de furos artesianos - dos quais mais de metade já foram instalados de modo ilegal.

Tudo isto está a transformar esta parte da Andaluzia numa savana seca, provocando assim o êxodo das aves migradoras e a extinção dos últimos linces pardel, pois estes pequenos carnívoros (dos quais somente uma trintena deve subsistir ainda na região) alimentam-se de coelhos, animais também em vias de desaparecer.
Por outro lado, para arranjar lugar para os morangueiros, já foram arrasados pelo menos 2.000 hectares de floresta.

A produção e a exportação destes morangos produzidos em Espanha começa um pouco antes do fim do Inverno e termina nos princípios do mês de Junho.
Os trabalhadores devem nessa altura voltar às suas casas ou exilar-se algures em Espanha. Se contraíram doenças por causa dos produtos nocivos que respiraram, têm o direito de se tratar... à sua própria custa.
A maior parte dos produtores destes morangos espanhóis utiliza mão-de-obra marroquina, trabalhadores sazonais ou clandestinos, mal pagos e alojados em condições precárias. Para se aquecerem à noite durante o Inverno, este trabalhadores queimam os resíduos dos plásticos que cobrem os morangueiros.
De qualquer modo, todos os anos no fim da época desta cultura, as cinco mil toneladas de plásticos utilizados serão levadas pelo vento, enterradas de qualquer maneira e em qualquer sítio, ou queimadas no local...
Não será necessário dizer que nesta região da Andaluzia, onde prospera esta aberrante agricultura, as doenças pulmonares e de pele estão em franca progressão.
Quem se preocupa com isso? Ninguém!

Por que razão os meios de comunicação não falam sobre o assunto? Mistérios do que não é política e economicamente correcto...
Quando a região tiver sido completamente vandalizada e a produção se tiver tornado demasiado onerosa, os produtores transferirão tudo para Marrocos, país onde aliás já começaram a instalar-se
Mais tarde, irão provavelmente para a China... A população europeia ainda em vida encontrar-se-á doente ou no desemprego... mas feliz por comprar produtos baratos...

Que podemos fazer para combater esta tendência?
Cada um de nós é livre de agir em consciência e com conhecimento de causa: comprar ou boicotar a compra de qualquer artigo que não seja produzido em conformidade com as leis da natureza e/ou dos direitos humanos.

Todos podemos escolher fazer um boicote pessoal. E se a maioria dos cidadãos assim procedesse, os grandes "tubarões" da economia seriam obrigados a mudar os seus métodos, sob pena de também eles porem em perigo a sua própria existência.

A escolha está nas mãos de cada cidadão!

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O JUDEU E O ÁRABE

por antipulhítico, em 03.09.16

O árabe vai à loja do judeu para comprar soutiens pretos. 

O judeu, pressentindo bons negócios, diz que são raros e vende por 40 euros cada um.
O árabe compra 6, e volta alguns dias depois querendo mais duas dúzias.

O judeu diz que as peças vão ficando cada vez mais raras e vende por 50 euros a unidade.
Um mês mais tarde, o árabe compra o que resta por 75 euros cada.
O judeu, encucado, pergunta-lhe o que faz com tantos soutiens pretos.
Diz o árabe:
- Corto o soutien em dois, faço dois chapeuzinhos e vendo aos judeus por 100 euros cada.

FOI AÍ QUE A GUERRA COMEÇOU...

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